Transparência
Metodologia editorial
O projeto usa agentes especializados de IA para pesquisa, crítica, revisão e controle de publicação. Esse processo é interno e não equivale a aprovação oficial da Igreja.
Como um tema é preparado
- As afirmações verificáveis e as fontes são inventariadas.
- Agentes bíblico, histórico-patrístico, magisterial-doutrinário e ecumênico são selecionados conforme o tema.
- Um agente de contraponto procura lacunas, ambiguidades e saltos argumentativos.
- A revisão editorial trabalha clareza e mansidão sem elevar o grau de certeza.
- Personas sintéticas verificam compreensão, descoberta, confiança e carga de leitura.
- A aprovação consolida somente pareceres referentes à mesma versão.
O que a aprovação significa
Uma decisão approved_for_publication significa conformidade com as regras editoriais internas, fontes suficientes para as afirmações apresentadas e ausência de divergência relevante aberta. Não constitui nihil obstat, imprimatur, pronunciamento eclesial, revisão por autoridade da Igreja, experiência humana real ou consenso acadêmico.
Como tratamos incerteza e divergência
O texto não pode declarar certeza maior que a fonte. Conteúdo com erro objetivo, fonte inadequada ou divergência não resolvida permanece em rascunho. Opinião isolada de uma persona não bloqueia publicação; o achado precisa corresponder a uma regra verificável ou ser confirmado pelo especialista pertinente.
Fontes e rastreabilidade
Fontes primárias e oficiais têm precedência. Cada referência deve indicar localização, relevância e, quando houver link, data de verificação. Fontes acadêmicas são usadas para contexto e controvérsias, sem substituir documentos normativos da tradição descrita.
Limites atuais
- As personas são cenários de IA, não testes com pessoas reais.
- Os pareceres completos permanecem documentos internos versionados no repositório.
- O site oferece explicação e pesquisa, não aconselhamento religioso individual.
- Erros podem ser corrigidos por novas versões e novas auditorias.